Planejar
Identificação, observação, análise e plano de ação.
Método que ensina. Prática que certifica.
Um guia completo para o líder conduzir um projeto MASP de verdade, girando o PDCA em 8 etapas: Planejar (identificação, observação, análise e plano de ação), Executar (ação sobre a causa), Checar (verificação do bloqueio) e Agir (padronização e conclusão) — com o Relatório MASP como documento vivo do projeto. Responda às perguntas-chave de cada etapa e, ao final, receba o relatório técnico e o laudo de recomendação ao título de Especialista MASP.
Identificação, observação, análise e plano de ação.
Ação: bloquear a causa raiz.
Antes × depois, na mesma métrica.
Padronização e conclusão.
Engenheiro de Produção, mestre em Administração pela UFJF e professor em programas de pós-graduação da FGV, PUC-Minas, UFJF e UFV. À frente da Voitto há 18 anos, ajudou a formar centenas de milhares de especialistas em melhoria de processos no Brasil.
A Voitto é uma organização de treinamento acreditada pelo CSSC (Council for Six Sigma Certification) — órgão independente de referência mundial em melhoria de processos. Os programas seguem um corpo de conhecimento alinhado à ASQ e à norma ISO 13053, dando lastro e validade reconhecida ao seu título de Especialista MASP.
Conferir acreditação no CSSCA avaliação Voitto é flexível e proporcional: seu projeto não será reprovado por falta de uma ferramenta específica ou por detalhes de forma. O que conta é a lógica do método e o bloqueio comprovado da causa raiz.
Um problema crônico de verdade, descrito como resultado indesejável: indicador com histórico, perda calculada em número (R$, %, horas) e meta com valor e prazo.
Ishikawa e 5 porquês levantam hipóteses — quem confirma é o dado. Opinião não bloqueia problema: a causa fundamental precisa de evidência, não de voto.
Antes × depois no mesmo indicador e no mesmo formato de gráfico da Identificação. Se a Verificação mostrar que não bloqueou, o método manda voltar à Observação.
Problema resolvido é problema padronizado: POP revisado, treinamento no padrão e item de controle — pra ele não voltar com o tempo nem com gente nova.
⤢ Clique para ampliar
Emitido em nome da Voitto, com selo de acreditação internacional, projeto e ganho validados pela banca, três assinaturas e verificação on-line por QR Code.
Prove que o problema importa: histórico do indicador, perda em número e meta com valor e prazo.
Vá ao local e estratifique: onde, quando e como o problema aparece — antes de discutir causa.
Levante hipóteses (Ishikawa, 5 porquês) e comprove a causa raiz com dados — não com voto.
Contramedidas em 5W2H pra bloquear a causa, não remendar o efeito — cada ação com dono, prazo e custo.
Treine quem executa, execute o plano e registre tudo — inclusive os desvios do planejado.
Antes × depois na mesma métrica. Não bloqueou? O método manda voltar à Observação.
POP revisado, treinamento no padrão e item de controle — prevenção contra o reaparecimento.
Problemas remanescentes, lições aprendidas e o relatório arquivado pro próximo ciclo.
A certificação é única e nasce da prática: quem conduz um projeto MASP real, percorre as 8 etapas e comprova o bloqueio da causa raiz com dados recebe o título de Especialista MASP — com evidência da aplicação registrada no laudo.
O MASP que resolve começa muito antes da primeira contramedida. Estas boas práticas orientam sua condução — e são exatamente o que a avaliação procura como evidência.
Problema agudo de causa óbvia se corrige direto — não precisa de MASP. Ataque o que se repete há meses, e escolha com critério explícito (GUT, Pareto de perdas), não por preferência.
O quê, onde, quanto, desde quando. Enunciado com culpado ou remédio embutido já nasce enviesado — problema bem definido é problema meio solucionado.
Gráfico sequencial do indicador, perda calculada (R$, %, horas) e meta com valor e prazo. É essa régua que será usada na Verificação — sem baseline, não há prova do ganho.
Estratifique — turno, máquina, produto, local, dia — e vá ao Genba ver o problema acontecer. O problema focalizado sai do Pareto, não da sala de reunião.
Metade do MASP é planejamento: 4 das 8 etapas vêm antes da primeira ação. Pular direto pra solução é tratar sintoma — e assinar a volta do problema.
Quem vive o processo levanta as melhores hipóteses de causa — e é quem vai executar o plano e sustentar o padrão depois.
Um documento, uma história: problema, dados, causa, plano, verificação e padrão. É o QC Story do seu projeto — se algo não dá pra contar nele, tem lacuna no método.
Ação sobre o efeito é remendo: segura o dia, não impede a volta. Se precisar de contenção, declare-a provisória — a ação definitiva remove a causa fundamental.
Indicador antes × depois, na mesma régua — e o ganho convertido em R$ sempre que possível. A gestão entende número.
POP, treinamento no padrão e item de controle pra monitorar. Problema resolvido é problema padronizado — sem isso, o resultado evapora em três meses.
Dados e gráficos não podem ser maquiados — hipóteses descartadas também contam a história. Exemplos hipotéticos devem ser identificados como ilustrativos. O resultado precisa ser da sua área, do seu projeto.
Abra a jornada, responda às perguntas-chave da Identificação do problema e comece a construir seu Relatório MASP.

Opinião não bloqueia problema. Dado bloqueia.
A diferença entre apagar incêndio e MASP é método: provar a causa raiz com dados antes de agir, verificar o bloqueio na mesma métrica e padronizar o novo jeito de trabalhar. Se três meses depois o problema não voltou, foi MASP — se voltou, foi só remendo.
Os templates são gratuitos e editáveis. Informe seu e-mail e o download começa na hora.
Usamos seu e-mail pra enviar o material e conteúdos de melhoria contínua da Voitto. Sem spam.
O Relatório MASP — o QC Story do seu projeto mais 15 ferramentas da qualidade, organizados pelas quatro fases do PDCA: Pareto, GUT, folha de verificação, estratificação, Ishikawa, 5 porquês, 5W2H, POP e mais. Abra e preencha direto no navegador; dentro da etapa do seu projeto o que você preencher é salvo como evidência — e o Relatório MASP te acompanha da primeira à última etapa. Não precisa usar todas: use as que o seu problema pedir.
Etapas 1 a 4 do MASP — identificação, observação, análise e plano de ação: escolha o problema com critério, meça a perda, comprove a causa fundamental com dados e monte o plano de bloqueio.
Etapa 5 do MASP — ação: comunique e treine antes, execute o plano e registre tudo — datas reais, evidências e desvios.
Etapa 6 do MASP — verificação: compare antes × depois na mesma métrica da meta, monetize o ganho e responda: o bloqueio foi efetivo? Se não foi, o método manda voltar à Observação.
Etapas 7 e 8 do MASP — padronização e conclusão: transforme a contramedida em padrão treinado, monitore contra a reincidência e feche o ciclo com o aprendizado registrado.
A avaliação é técnica, construtiva e formativa: você deve sair sabendo o que fez bem e como evoluir. O título de Especialista MASP nasce do problema resolvido com método, e a análise sempre reconhece os acertos antes das ressalvas.
Certificação única, concedida ao líder que conduz um projeto MASP real na sua área: percorre as 8 etapas da jornada, documenta tudo no Relatório MASP e comprova o bloqueio da causa raiz na mesma métrica do início. O certificado registra o projeto realizado e o laudo técnico traz a evidência da aplicação.
O portão de entrada é sempre o mesmo: problema quantificado + causa raiz comprovada com dados + bloqueio verificado na mesma métrica + padronização com POP e treinamento. Ferramentas sofisticadas enriquecem, mas não substituem esse essencial.
Um documento à altura da sua conquista — emitido em nome da Voitto, com selo de acreditação internacional, projeto e ganho validados, três assinaturas e verificação on-line por QR Code:
Cada critério é classificado como Atende · Atende parcialmente · Não atende.
O enunciado é factual (sem causa nem solução embutida)? Há indicador com histórico, perda calculada e meta com valor e prazo?
As hipóteses (Ishikawa, 5 porquês) foram testadas com dados — e as descartadas também aparecem no Relatório MASP?
O antes × depois está no mesmo indicador e formato de gráfico da Identificação? A meta foi comparada e o ganho apurado?
O POP foi criado ou revisado (versão e data) e quem executa foi treinado no novo padrão, com registro?
Há item de controle, auditoria ou Poka-Yoke monitorando o processo? Por que o problema não volta quando trocar a equipe?
Os cinco critérios essenciais atendidos (mesmo que de forma simples): problema quantificado, causa raiz comprovada com dados, bloqueio verificado na mesma métrica, padronização feita e recorrência prevenida.
O método foi seguido e o bloqueio aconteceu, mas com lacunas relevantes (ex.: baseline frágil, teste de hipótese superficial, padronização sem treinamento registrado). Recomenda-se o título e registram-se orientações para a sustentação.
Falta um pilar essencial: não há problema quantificado (só impressão), a causa não foi comprovada com dados (opinião não bloqueia problema), não há verificação antes × depois, ou nada foi padronizado. O laudo é sempre construtivo, dizendo o que falta.
Uma única fragilidade em ferramenta não leva a "não recomendado". E se a Verificação mostrou que o bloqueio falhou e o projeto voltou à Observação, isso não é defeito: é fidelidade ao método — o retorno documentado vale mais que um sucesso sem evidência.
A Análise Técnica fase a fase e o Laudo Voitto com o parecer e a justificativa objetiva — prontos para imprimir ou salvar em PDF.