| Hipótese de causa (do P06/P07) | Como foi testada (método + condições) | Dado coletado / resultado | Veredicto |
|---|---|---|---|
| Ex.: bandeja plástica cede e as formas perfuram os canudos | Ex.: experimento — 10 bandejas plásticas × 10 de alumínio, mesma carga, mesmo trajeto, 2 turnos | Ex.: plástica: flecha de 4 cm no centro e 8% de canudos perfurados; alumínio: sem flecha, 0% perfurado | CONFIRMADA |
| Ex.: massa acima do peso especificado | Ex.: pesagem de 30 lotes ao longo de 1 semana | Ex.: 29 de 30 lotes dentro da especificação — peso não explica a perda | REFUTADA |
| Ex.: temperatura da fritura fora da faixa | Ex.: dispersão — temperatura × % de canudos vazados, 40 pares | Ex.: nenhuma correlação visível no diagrama de dispersão | REFUTADA |
Ex.: a perda de canudos é causada pela flexão das bandejas plásticas de transporte, incompatíveis com o peso da massa — comprovada por experimento em 22/set (8% × 0% de perfuração).
Ex.: SIM — explica a concentração na fritura e o fato de turno/equipe não discriminarem; bloqueio viável: 4 bandejas de alumínio ≈ R$ 100
É aqui que o MASP se separa do palpite organizado: Ishikawa e 5 Porquês geram a história; o dado decide se ela é verdadeira. Registre também as hipóteses refutadas — pra banca, a "causa óbvia" derrubada por dado vale tanto quanto a confirmada. Se nenhuma hipótese sobreviver ao teste, não force: volte à Observação (P04) e estratifique por uma dimensão nova.