| Problema (anomalia crônica) | Frequência (ocorrências/período) | Perda estimada (R$/período) | % da perda total | % acumulado |
|---|---|---|---|---|
| Ex.: desperdício de canudos perfurados na produção | 1.769/semana | R$ 587/semana | 46% | 46% |
| Ex.: retrabalho de embalagem amassada | 320/semana | R$ 310/semana | 24% | 70% |
| Ex.: parada da ensacadeira por quebra | 6 h/mês | R$ 250/semana | 20% | 90% |
| Problema | G — Gravidade (impacto se nada for feito) | U — Urgência (tempo disponível pra agir) | T — Tendência (piora se ficar como está?) | G × U × T | Prioridade |
|---|---|---|---|---|---|
| Ex.: desperdício de canudos perfurados | 5 | 5 | 3 | 75 | 1º |
| Ex.: retrabalho de embalagem | 4 | 3 | 3 | 36 | 2º |
| Ex.: parada da ensacadeira | 4 | 2 | 4 | 32 | 3º |
Ex.: desperdício de canudos — 1º no Pareto de perdas (46% da perda total) e 1º na GUT (75 pontos). Diretriz da fábrica: reduzir perdas de produção no semestre.
Pareto responde onde está a maior perda; a GUT pondera o que os números sozinhos não mostram — gravidade, prazo e tendência de piora. Quando as duas leituras divergem, discuta com o patrocinador em vez de escolher no grito. E desconfie de problema campeão sem dado: frequência "sentida" não entra no Pareto — volte e meça, nem que seja uma semana de contagem com a Folha de Verificação (P03).