| Item de controle (indicador) | Antes (linha de referência) | Depois (apurado) | Meta | Variação (%) | Meta atingida? |
|---|---|---|---|---|---|
| Ex.: canudos perdidos por semana | 1.769 | 371 | ≤ 530 | −79% | SIM |
| Ex.: perda semanal (R$) | 587 | 123 | ≤ 176 | −79% | SIM |
| Período pós-bloqueio | Valor do indicador | Dentro da meta? | Sinais de recorrência / observações |
|---|---|---|---|
| sem 1 | 402 | sim | Ex.: sem sinal de recorrência; equipe seguindo o limite de carga |
| sem 2 | 355 | sim | |
| sem 3 | 371 | sim | |
Ex.: ganho de R$ 464/semana (≈ R$ 24 mil/ano) com investimento de R$ 100. Efeito positivo: 2 h/semana a menos de limpeza da fritadeira. Efeito negativo: nenhum identificado (ergonomia checada).
Ex.: SIM — patamar sustentado por 6 semanas dentro da meta → seguir pra Padronização (A12). Se NÃO: voltar à etapa 2 (Observação) e refazer a análise da causa — registre a decisão e a data.
"Nenhum problema pode ser considerado resolvido até que as ações estejam completamente implantadas, ele esteja sob controle e apresente melhoria de performance" (Parker). Duas fraudes involuntárias comuns nesta etapa: trocar a régua (medir o depois em métrica, período ou condição diferente do antes) e declarar vitória cedo — a continuidade do resultado é o que separa melhoria de sorte. E se o bloqueio falhou, o caminho é a Observação, não um plano novo em cima da mesma causa errada.